Esses dias fiz uma pesquisa com estudantes de ensino médio, numa escola pública do interior. Duas perguntas:
– Quais te parecem ser os piores problemas do mundo?
– Que soluções tu propõe pra isso?
Esses dias fiz uma pesquisa com estudantes de ensino médio, numa escola pública do interior. Duas perguntas:
– Quais te parecem ser os piores problemas do mundo?
– Que soluções tu propõe pra isso?
Um manuscrito grego encontrado na região de Mênfis, Egito, aponta para a existência de uma contemporânea de Platão que teria escrito duas tragédias, intituladas Jocasta e Ismene.
A primeira contava a história de uma senhora que, após a morte do marido, se casou inadvertidamente com o filho que havia sido levado embora, quando bebê. A segunda tragédia era sobre uma jovem pertencente a uma família cheia de problemas. O manuscrito é anônimo, razão pela qual se imagina que tenha sido redigido por uma mulher (se o autor fosse homem, poderia ter assinado sem problemas, de acordo com as regras da época).
Como qualquer cidadão da América Latina, eu já tinha recebido o alerta décadas atrás: Hercólubus, o planeta vermelho, está prestes a se chocar com a Terra. Leia o livro, aquela coisa.
Porém, como todo cidadão da América Latina, não dei atenção. Tem tanta coisa se chocando com a gente que um apocalipse a mais não faria diferença.
Diz que a santa protetora dos leitores é a Catarina de Alexandria. Uma leitora, uma tradutora, a Catarina, naqueles anos de imperialismo romano na África, em Alexandria, onde tinha uma famosa biblioteca.
Vim falar dum livro alemão, A assombrosa história do homem do cavalo branco, mas também dum livro brasileiro, O centauro bronco. Duas traduções que Mauricio Mendonça Cardozo fez pra Der Schimmelreiter, um romance de Theodor Storm, de 1888. Dois livros que são mais do que a soma de um mais um.