Esses dias fiz uma pesquisa com estudantes de ensino médio, numa escola pública do interior. Duas perguntas:
– Quais te parecem ser os piores problemas do mundo?
– Que soluções tu propõe pra isso?
Esses dias fiz uma pesquisa com estudantes de ensino médio, numa escola pública do interior. Duas perguntas:
– Quais te parecem ser os piores problemas do mundo?
– Que soluções tu propõe pra isso?
Um manuscrito grego encontrado na região de Mênfis, Egito, aponta para a existência de uma contemporânea de Platão que teria escrito duas tragédias, intituladas Jocasta e Ismene.
A primeira contava a história de uma senhora que, após a morte do marido, se casou inadvertidamente com o filho que havia sido levado embora, quando bebê. A segunda tragédia era sobre uma jovem pertencente a uma família cheia de problemas. O manuscrito é anônimo, razão pela qual se imagina que tenha sido redigido por uma mulher (se o autor fosse homem, poderia ter assinado sem problemas, de acordo com as regras da época).
Tudo as polícia tava atrás dele: a federal, a brigada, até os guardinha que cuida de pixação na praça tava no rastro dele. Digo: mas o que que você fez, homem de Deus? Não, deixa quieto.
Diz que a santa protetora dos leitores é a Catarina de Alexandria. Uma leitora, uma tradutora, a Catarina, naqueles anos de imperialismo romano na África, em Alexandria, onde tinha uma famosa biblioteca.
A sugestão que me deram pra essa conversa é o tema da literatura e da regionalidade, a literatura na regionalidade. Então eu vim com a ideia de pensar, a princípio, sobre essa tendência da literatura brasileira conhecida como literatura regional. Vocês já ouviram falar nisso, certo?
Eu quero, em primeiro lugar, refletir sobre o porquê de o regional ser mal-visto.