Esses dias fiz uma pesquisa com estudantes de ensino médio, numa escola pública do interior. Duas perguntas:
– Quais te parecem ser os piores problemas do mundo?
– Que soluções tu propõe pra isso?
Esses dias fiz uma pesquisa com estudantes de ensino médio, numa escola pública do interior. Duas perguntas:
– Quais te parecem ser os piores problemas do mundo?
– Que soluções tu propõe pra isso?
Um manuscrito grego encontrado na região de Mênfis, Egito, aponta para a existência de uma contemporânea de Platão que teria escrito duas tragédias, intituladas Jocasta e Ismene.
A primeira contava a história de uma senhora que, após a morte do marido, se casou inadvertidamente com o filho que havia sido levado embora, quando bebê. A segunda tragédia era sobre uma jovem pertencente a uma família cheia de problemas. O manuscrito é anônimo, razão pela qual se imagina que tenha sido redigido por uma mulher (se o autor fosse homem, poderia ter assinado sem problemas, de acordo com as regras da época).
Pra homenagear a Legião Urbana, trinta anos após a ida de Renato Russo pra aquela dimensão onde voltamos a ser pura linguagem, fiz uma entrevista com um fã exemplar dessa banda.
O Lufe é psicólogo, tocador de violão, grande leitor e apreciador de futebol. Há dećadas a gente fala sobre Legião, e sobre como o Renato Russo foi importante pra nossa educação sentimental e intelectual.
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A palavra é jogo
Um livro de anotações sobre uma palavra, sobre cada vez que escuto uma determinada palavra, aí eu comento o contexto, falo sobre quem a pronunciou, viajo um pouco sobre como a palavra ecoou no momento. É um modo de eu me distrair da rotina, aproveitando a rotina. Um modo de ver conexões, por um viés tão bom quanto qualquer outro, isso que eu pensei.
E que palavra poderia ser? Como escolher a palavra?
Como qualquer cidadão da América Latina, eu já tinha recebido o alerta décadas atrás: Hercólubus, o planeta vermelho, está prestes a se chocar com a Terra. Leia o livro, aquela coisa.
Porém, como todo cidadão da América Latina, não dei atenção. Tem tanta coisa se chocando com a gente que um apocalipse a mais não faria diferença.