Vim falar dum livro alemão, A assombrosa história do homem do cavalo branco, mas também dum livro brasileiro, O centauro bronco. Duas traduções que Mauricio Mendonça Cardozo fez pra Der Schimmelreiter, um romance de Theodor Storm, de 1888. Dois livros que são mais do que a soma de um mais um.
Categoria: Resenha
Lendo O que carrego no ventre
Esse livro do Marcelo Martins Silva, O que carrego no ventre, foi reeditado em 2024 pela editora Coragem, que bom.
Achei na livraria, fui folheando, assim no ônibus, que é também um ventre, né, o ônibus. Fui lendo, aos trancos e solavancos, e imaginei que eu estava lendo o livro do jeito que ele havia sido escrito, aproveitando o tempo que temos, entre uma parada e outra. Melhor:
Lendo enquanto O mar enquanto
Eu tava lendo esse aqui, do Diego Lock Farina: O mar enquanto. Uma aluna se interessou e emprestei, na aula. Ela olhou, folheou, quando eu percebi ela tava lendo em voz alta pra colega do lado.
— Profe, não entendi. Não dá pra entender.
Abraço pro Lucio Carvalho
O Lucio é o seguinte: baita cara.
É um cara que a gente olha assim e: comé que ele consegue fazer tanta coisa?
No Condomínio Aquário
Estou escrevendo sobre o livro do Augusto Quenard porque ele é meu amigo. Não sei se vale. Mas se eu já não fosse amigo do Augusto, depois de ler o Condomínio Aquário eu ia querer ser.
Que livro brincadeira. Sério. Parece um jogo daqueles que a gente escolhe o caminho dos personagens. Com a vantagem de que o autor já fez isso por nós. Então é só sentar e curtir a viagem.