Vim mostrar minhas notas de leitura sobre a nova obra do Augusto Quenard.
É um livro de poesia dos mais coesos. Pelo tema, que é constante em todos os versos, e pela organização, que foi bem pensada. A atmosfera é de uma colheita só.
Vim mostrar minhas notas de leitura sobre a nova obra do Augusto Quenard.
É um livro de poesia dos mais coesos. Pelo tema, que é constante em todos os versos, e pela organização, que foi bem pensada. A atmosfera é de uma colheita só.
Esse livro do Marcelo Martins Silva, O que carrego no ventre, foi reeditado em 2024 pela editora Coragem, que bom.
Achei na livraria, fui folheando, assim no ônibus, que é também um ventre, né, o ônibus. Fui lendo, aos trancos e solavancos, e imaginei que eu estava lendo o livro do jeito que ele havia sido escrito, aproveitando o tempo que temos, entre uma parada e outra. Melhor:
Eu tava lendo esse aqui, do Diego Lock Farina: O mar enquanto. Uma aluna se interessou e emprestei, na aula. Ela olhou, folheou, quando eu percebi ela tava lendo em voz alta pra colega do lado.
— Profe, não entendi. Não dá pra entender.
O mais legal do Ronald Augusto, isso aparece todo dia no trabalho dele, é que ele gosta de falar sobre texto, linguagem, forma. Tá sempre falando de texto, o Ronald. Então eu vim aqui conversar com ele, com vocês, sobre texto, linguagem, literatura.
O Marco se autointitula goleiro-linha. Um cara que tem uma meta fixa a ser guardada, mas que dá umas escapadas de vez em quando pra explorar o campo.
Este livro deixa isso evidente. É um livro que, na verdade, são pelo menos quatro.