Caiu do Céu. Olha o nome do bairro. Dondé que ela vem? Caiu do Céu.
Vem do oceano
vara a lagoa
varre a cidade
bate no morro
volta pros óio
venta em Osório
Caiu do Céu. Olha o nome do bairro. Dondé que ela vem? Caiu do Céu.
Vem do oceano
vara a lagoa
varre a cidade
bate no morro
volta pros óio
venta em Osório
O Stanisław é um polaco muito simpático. Nos conhecemos no Congresso de Futurologia, na mesa-redonda sobre a impossibilidade de os humanos perceberem qualquer outra forma de vida que não seja esta, minúscula, humano-terrestre. Que, de resto, já é suficientemente infinita, como qualquer ignorância.
Tem a família, aquele tio que já confirmou presença na inescapável janta do dia 24.
Acaba de pousar na sacada do prédio em frente. Está em cima do morro mais alto do bairro. Está de olho.
Doze de fevereiro, no bairro Floresta, às catorze horas. Entre um passo e outro, ficou frio andar pelo lado da sombra e atravessamos a rua, na direção da calçada onde se deitava o sol.