Tudo as polícia tava atrás dele: a federal, a brigada, até os guardinha que cuida de pixação na praça tava no rastro dele. Digo: mas o que que você fez, homem de Deus? Não, deixa quieto.
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Depoimentos sobre o Chupim
Depoimento 1
Acabei agora de ler o Adriano Chupim. Estava triste que ele tinha sumido no final da história, mas que bom que voltou, com sua cara de pau comovedora. Me diverti muito, dei muita risada com o loco. Acabando o livro agora num café da Rua da Praia e tem um véio debatendo com um cara alguns parágrafos em espanhol, escritos por ele. Bem de acordo com o imaginário perseguido pelo Chupim.
Fala da tua aldeia e serás regionalista
A sugestão que me deram pra essa conversa é o tema da literatura e da regionalidade, a literatura na regionalidade. Então eu vim com a ideia de pensar, a princípio, sobre essa tendência da literatura brasileira conhecida como literatura regional. Vocês já ouviram falar nisso, certo?
Eu quero, em primeiro lugar, refletir sobre o porquê de o regional ser mal-visto.
Em Calgary isso não acontece
Tinha um cara lá que morou num lugar chamado Calgary. Daí, tudo que ele via no Brasil ele tinha que comparar.
Passava um motoqueiro fazendo barulho? Em Calgary isso não acontece. Vinha um cara pedir dinheiro? Em Calgary isso não acontece.
99 corruíras
Esses tempos falei do Dalton Trevisan aqui. Falei que ele só lia Machado de Assis desde que ficou viúvo, e que em Caxias teria feito sucesso com esse sobrenome.
Pois o Dalton, agora, enviuvou todos os contistas da nação.