O Lucio é o seguinte: baita cara.
É um cara que a gente olha assim e: comé que ele consegue fazer tanta coisa?
O Lucio é o seguinte: baita cara.
É um cara que a gente olha assim e: comé que ele consegue fazer tanta coisa?
Estou escrevendo sobre o livro do Augusto Quenard porque ele é meu amigo. Não sei se vale. Mas se eu já não fosse amigo do Augusto, depois de ler o Condomínio Aquário eu ia querer ser.
Que livro brincadeira. Sério. Parece um jogo daqueles que a gente escolhe o caminho dos personagens. Com a vantagem de que o autor já fez isso por nós. Então é só sentar e curtir a viagem.
O mais legal do Ronald Augusto, isso aparece todo dia no trabalho dele, é que ele gosta de falar sobre texto, linguagem, forma. Tá sempre falando de texto, o Ronald. Então eu vim aqui conversar com ele, com vocês, sobre texto, linguagem, literatura.
A serra é um lugar que faz pensar bastante no Eclesiastes:
Eu me voltei e vi
névoa-nada sob o sol
Era uma vez um guri, lá do interior, que na casa dele tinha uma geladeira que pegava a rádio Cultura, depois das sete da noite de domingo.
Certa vez, ele estava tomando mate e comendo rapadura de melado, aí a mulher da rádio anunciou que, dali a uns dias, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre ia fazer um concerto.