O mundo não muda
porque a gente não muda.
Não por medo que a gente
não saiba como,
num futuro diferente,
mas por medo que o passado
não caiba e acabe
no presente.
O mundo não muda
porque a gente não muda.
Não por medo que a gente
não saiba como,
num futuro diferente,
mas por medo que o passado
não caiba e acabe
no presente.
eu tava aqui escrevendo
ela chamou
eu fui correndo
Este é um exercício de estilo (leia Raymond Queneau, OuLiPo), cuja proposta é trocar os substantivos da segunda parte do hino brasileiro por nomes próprios que soem parecidos com as palavras originais do poema.
Prólogo
Era uma vez apetitosa maçã
Brilhando vermelha na luz da manhã
Mas na mesma árvore tinha uma cobra
Cuidando da fruta com muita manobra