Jogo de palavra

A palavra é jogo

Um livro de anotações sobre uma palavra, sobre cada vez que escuto uma determinada palavra, aí eu comento o contexto, falo sobre quem a pronunciou, viajo um pouco sobre como a palavra ecoou no momento. É um modo de eu me distrair da rotina, aproveitando a rotina. Um modo de ver conexões, por um viés tão bom quanto qualquer outro, isso que eu pensei.

E que palavra poderia ser? Como escolher a palavra?

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Depoimentos sobre o Chupim

Depoimento 1

Acabei agora de ler o Adriano Chupim. Estava triste que ele tinha sumido no final da história, mas que bom que voltou, com sua cara de pau comovedora. Me diverti muito, dei muita risada com o loco. Acabando o livro agora num café da Rua da Praia e tem um véio debatendo com um cara alguns parágrafos em espanhol, escritos por ele. Bem de acordo com o imaginário perseguido pelo Chupim.

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El arroyo Morosoli

Habrá sido en 2005. La Universidad Federal de Rio Grande do Sul, en Porto Alegre, tenía una vieja sala de cine. A veces andaba por ahí a mitad de la tarde y pasaban alguna película, incluso con público. Vuelta y media iba a ese cine porque yo venía del interior y guau, cine gratis a mitad de la tarde, poder aprovechar ese tiempo era como un secreto, como tener una amante a la hora de la siesta.

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A lenda do corpo e da cabeça

1. O bandoleiro Paco

Na antiga casa do Ardelino, onde ficava o açude, botaram um marco. Ali um louco matou um homem. Cortou fora a cabeça com um machado. Tem uma cruz lá, alguém sempre leva flores. Depois que ele cortou fora a cabeça, jogou longe, porque tinha medo que ela voltasse a grudar novamente. Não tem nada a ver com o bandoleiro Paco.

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