Encontro místico na Feira do Livro

Ele andava de sobretudo, chapéu preto e um tarô do Aleister Crawley no bolso. Era um corvo, entre as pilhas iluminadas de Fritjof Capra e Deepak Chopra (trava-línguas que estavam entre os mais vendidos naquela época). Fazia anos que eu não via aquele amigo. Como os místicos não acreditam em acaso, ele me convidou pra celebrar o destino bebendo no MARGS. 

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