Se tem duas palavrinhas que parecem dar liga em refrões musicais são Porto e Alegre.
Tem aquela do Fogaça, também conhecida como “melô do Zaffari”, com uns versos que os interioranos acham ambíguos: Porto Alegre é demais.
Se tem duas palavrinhas que parecem dar liga em refrões musicais são Porto e Alegre.
Tem aquela do Fogaça, também conhecida como “melô do Zaffari”, com uns versos que os interioranos acham ambíguos: Porto Alegre é demais.
Os senhores e as senhoras que conhecem o Cassiano Ricardo por ter sido poeta, talvez se interessem em saber que antes disso ele quis ser gaúcho.
Se eu te conto você não me acredita. O Glênio, chamaram ele e disseram: duvido que tu vá caçar gralha no pinheiral. E ele: ah é? Que era pior que criança. Pro Glênio fazer alguma coisa tinha que dizer: duvido que tu faça.
E aquela onça na Vacaria, não sei se tu viu. Outra.
Tava lá o puma em cima da árvore, batendo o rabo no galho que nem gato quando que não gostou do outro gato. Esperando pra ver quem que vai desistir primeiro.
É mais difícil entender por que alguém se torna leitor do que responder por que alguém se torna escritor. O escritor pelo menos a gente pode se apoiar na ideia de que ele virou isso porque gostava muito de ler, queria se envolver mais com a literatura e, diante da alternativa quixoteana (virar personagem), achou mais razoável se meter a escrever pra aliviar a comichão.