Vim mostrar minhas notas de leitura sobre a nova obra do Augusto Quenard.
É um livro de poesia dos mais coesos. Pelo tema, que é constante em todos os versos, e pela organização, que foi bem pensada. A atmosfera é de uma colheita só.
Vim mostrar minhas notas de leitura sobre a nova obra do Augusto Quenard.
É um livro de poesia dos mais coesos. Pelo tema, que é constante em todos os versos, e pela organização, que foi bem pensada. A atmosfera é de uma colheita só.
Vim falar dum livro alemão, A assombrosa história do homem do cavalo branco, mas também dum livro brasileiro, O centauro bronco. Duas traduções que Mauricio Mendonça Cardozo fez pra Der Schimmelreiter, um romance de Theodor Storm, de 1888. Dois livros que são mais do que a soma de um mais um.
Depoimento 1
Acabei agora de ler o Adriano Chupim. Estava triste que ele tinha sumido no final da história, mas que bom que voltou, com sua cara de pau comovedora. Me diverti muito, dei muita risada com o loco. Acabando o livro agora num café da Rua da Praia e tem um véio debatendo com um cara alguns parágrafos em espanhol, escritos por ele. Bem de acordo com o imaginário perseguido pelo Chupim.
Quando o Chupim era pequeno, parece que as dúvidas na Sexta Légua eram saber onde começava Santo Francisco e terminava São Virgílio, e aí, quando aparecia alguém de Santo Antônio ou de Nossa Senhora da Rocca, a discussão não terminava nunca mais: sinal de que as fronteiras já estavam borradas nos anos noventa do século XX.
A sugestão que me deram pra essa conversa é o tema da literatura e da regionalidade, a literatura na regionalidade. Então eu vim com a ideia de pensar, a princípio, sobre essa tendência da literatura brasileira conhecida como literatura regional. Vocês já ouviram falar nisso, certo?
Eu quero, em primeiro lugar, refletir sobre o porquê de o regional ser mal-visto.