O Manik saiu de Bangladesh a pé, atravessou a Índia, o Paquistão, o Tajiquistão, o Uzbequistão, o Cazaquistão, todos esses países aí que o cara pensa bá!
Na Rússia foi preso.
O Manik saiu de Bangladesh a pé, atravessou a Índia, o Paquistão, o Tajiquistão, o Uzbequistão, o Cazaquistão, todos esses países aí que o cara pensa bá!
Na Rússia foi preso.
Deixa eu te contar: eu tava querendo ir pro Uruguai visitar meu amigo Marte. Vê se isso é nome, né, mas diz que era moda lá na época em Rivera: a piazada tudo com nome de planeta: Júpiter, Vênus, Hercólobus… Só não botavam de Plutão porque os uruguaio não são bobo.
Uma vez conheci uma galinha azul. Baixinha, delicada, tinha um tênue penacho carmim e um elegante pescoço pelado. Ciscava tranquila, uma bailarina perto da gente. Olhava como se cumprimentasse um vizinho.
Assim teria dito o jovem Josué pra sua mãe, quando decidiu ir à capital de trem. A senhora querida, com a desculpa de que tinha medo da máquina descarrilar perau abaixo, não entendia que seu filhote buscasse uma vida além da que se alcançava sobre o lombo da mula.
Preparo um mate, recosto-me na poltrona e, quando estou prestes a dar corda no relógio do colete, alguém bate palmas à frente de casa.