Se tem duas palavrinhas que parecem dar liga em refrões musicais são Porto e Alegre.
Tem aquela do Fogaça, também conhecida como “melô do Zaffari”, com uns versos que os interioranos acham ambíguos: Porto Alegre é demais.
Se tem duas palavrinhas que parecem dar liga em refrões musicais são Porto e Alegre.
Tem aquela do Fogaça, também conhecida como “melô do Zaffari”, com uns versos que os interioranos acham ambíguos: Porto Alegre é demais.
Os senhores e as senhoras que conhecem o Cassiano Ricardo por ter sido poeta, talvez se interessem em saber que antes disso ele quis ser gaúcho.
Nem precisamos recordar O bêbado e a equilibrista – e tudo mais que o Aldir Blanc fez com o João Bosco. O que ele fez com o Guinga, em 1993, é um aperfeiçoamento do “simples e absurdo” que haviam desenvolvido no álbum anterior, de 1991. Continuar a ler 30 anos de Delírio carioca
Se eu te conto você não me acredita. O Glênio, chamaram ele e disseram: duvido que tu vá caçar gralha no pinheiral. E ele: ah é? Que era pior que criança. Pro Glênio fazer alguma coisa tinha que dizer: duvido que tu faça.
Por que Caxias não é uma cidade cosmopolita?
Caro compaesano da Colônia, essa província estendida que inclui Caxias, Chapecó, Ijuí, Pato Branco e cantinas e frigoríficos satélites.
Tu perguntou esses dias: “Por que Caxias não é uma cidade cosmopolita, apesar de ser relativamente grande (quase 600 mil habitantes em 2021), em comparação com Chapecó?”