“Polêmico”, disse uma colega professora, quando o Ronald passou por Caxias, tempos atrás. Deve ser porque ele é um filósofo. Ou porque comentou a falta que a crítica faz pra literatura. Ou então porque o Ronald escreve versos “experimentais”, ou mesmo experimentais sem aspas.
Etiqueta: poesia
30 anos de Delírio carioca
Nem precisamos recordar O bêbado e a equilibrista – e tudo mais que o Aldir Blanc fez com o João Bosco. O que ele fez com o Guinga, em 1993, é um aperfeiçoamento do “simples e absurdo” que haviam desenvolvido no álbum anterior, de 1991. Continuar a ler 30 anos de Delírio carioca
Cá, eu, lá, do Augusto Quenard
Esse livro é um gesto de busca pelo entendimento completo, em três dimensões que se multiplicam.